
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Preto Capitalista

“Capitalist Nigger” é um controverso livro, publicado originalmente em Setembro de 2000, que se destaca como uma explosiva e chocante acusação contra a raça negra. De seu nome completo “Capitalist Nigger: The Road to Success” [Preto Capitalista: A Via do Sucesso] declara que a raça negra é uma raça consumista e não uma raça produtiva.
O seu autor, o jornalista nigeriano Chika Onyeani, afirma: “Somos uma raça conquistada e é absolutamente estúpido pensarmos que somos independentes. A raça negra depende de outras comunidades para a sua cultura, a sua língua, a sua comida e o seu vestuário. Apesar dos enormes recursos naturais, os negros são escravos económicos porque lhes falta o instinto aguçado e a perspicácia corajosa da raça branca e a organizada mentalidade económica dos asiáticos”.Chika Onyeani, que é o editor do African Sun Times, o único semanário africano publicado nos EUA, usa sem receio a palavra “nigger” no título do seu livro – algo que, na América, quebra um tabu. Ele diz: “O que é mais importante não é o que me chamam mas sim a forma como respondo”.
Para Chika Onyeani, “nós, negros, somos escravos económicos. Somos propriedade total de pessoas de origem europeia. Estou farto de ouvir negros a responsabilizar outras raças pela sua falta de progresso neste mundo; estou cansado das lamúrias e da mentalidade de vítima, das constantes alegações de racismo a torto e a direito. Isso não nos leva a parte alguma”.“Capitalist Nigger” reserva as suas críticas mais duras aos líderes africanos que, de acordo com Chika Onyeani, permitem que europeus e outros pilhem as riquezas de África sem qualquer retorno. “África tem ganho mais fome, mais doenças e mais ditaduras.
Temos hoje, em muitos casos, menos do que tínhamos por altura das independências africanas. Chika Onyeani, diz que “Capitalist Nigger” é um apelo angustiante para que a raça negra desperte, para que se levante e para que se mova.“Temos de abandonar a mentalidade de vítimas que adoptámos há tanto tempo: a noção de que alguém nos deve algo. Temos de acabar com as lamúrias e deixar de pedir esmolas ao resto do mundo”. Para Chika Onyeani, “temos que reconhecer e aprender com os brancos e com os asiáticos o que é necessário fazer para se conseguir sucesso”.
Informação dada pela Colaboradora: Mariana Vieira (vieiramariana1975@hotmail.com) Lubango 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Gata Selvagem


Gata salvaje (no Brasil, Gata Selvagem) é uma telenovela venezuelana, produzida pela Fonovideo, produtura de telenovelas em Miami, que contou com 252 capítulos e que estreou em 2002 na Venezuela e nos Estados Unidos. No Brasil, a telenovela foi exibida de 3de Novembro de 2003 a 30 de Novembro de 2004 pela Rede TV!, sendo substituida pela reprise de Betty a Feia.
"Gata Selvagem" conta a história de Rosaura (Marlene Favela), que vive de favor na fazenda dos Arismendi: lá ela vive com seu pai alcoólatra e sua madrasta Maria Julia, que nunca a amou . Sendo assim, ela se vê obrigada a ter três empregos: nas manhãs, ela trabalha como vendedora de picolés na praia, no seu segundo trabalho ela trabalha como secretária numa agência de detetives, e às noites trabalha em um bar.
A fazenda Arismendi é propriedade de Eduarda (Mara Croato), uma mulher fria, que recebe o seu irmão Luís Mário (Mario Cimarro), que não consegue parar de pensar na morte de sua mulher, Camélia (Marjorie de Sousa). Na chegada, o jato dele se acidenta. Rosaura o salva e ele a retribui com um beijo: ela o arranha e, desde então, o jovem chama Rosaura de Gata Selvagem.
Porém, a fazenda Arismendi está na beira da falência: é quando Eduarda propõe o casamento de Luís Mário com Eva(Carolina Tejera.) Mas de raiva, Luís Mário se casa com Rosaura, mas é surpreendido pelo regresso de Camélia, tua esposa que forjou sua morte para viver com seu amante.
"Gata Selvagem" conta a história de Rosaura (Marlene Favela), que vive de favor na fazenda dos Arismendi: lá ela vive com seu pai alcoólatra e sua madrasta Maria Julia, que nunca a amou . Sendo assim, ela se vê obrigada a ter três empregos: nas manhãs, ela trabalha como vendedora de picolés na praia, no seu segundo trabalho ela trabalha como secretária numa agência de detetives, e às noites trabalha em um bar.
A fazenda Arismendi é propriedade de Eduarda (Mara Croato), uma mulher fria, que recebe o seu irmão Luís Mário (Mario Cimarro), que não consegue parar de pensar na morte de sua mulher, Camélia (Marjorie de Sousa). Na chegada, o jato dele se acidenta. Rosaura o salva e ele a retribui com um beijo: ela o arranha e, desde então, o jovem chama Rosaura de Gata Selvagem.
Porém, a fazenda Arismendi está na beira da falência: é quando Eduarda propõe o casamento de Luís Mário com Eva(Carolina Tejera.) Mas de raiva, Luís Mário se casa com Rosaura, mas é surpreendido pelo regresso de Camélia, tua esposa que forjou sua morte para viver com seu amante.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Vida Marital
Vida marital
É um desafio sem igual
Um partilhar permanente de ideias
É um câmbio sem taxa fixa
Uma inflação de emoções e quereres
Vida marital
É um simular real de fantasias
Uma riquesa de mãos vazias
É um sepultar constante de angústias
Um ressuscitar frequente de renúncias
Vida marital
É um palco propício ao perdão
Um passear pelas colinas do coração
É um carro sem formação profissional
Uma academia isenta de diploma
Vida marital
É a experiência de uma autonomia
Sim, uma autonomia depende nte
É a mania de estar sempre acompanhado
Escondendo o desejo de estar isolado
Vida marital
É isso mesmo “um doce salgado
Escrito por: Edmundo da Costa Francisco
Novembro de 2007
É um desafio sem igual
Um partilhar permanente de ideias
É um câmbio sem taxa fixa
Uma inflação de emoções e quereres
Vida marital
É um simular real de fantasias
Uma riquesa de mãos vazias
É um sepultar constante de angústias
Um ressuscitar frequente de renúncias
Vida marital
É um palco propício ao perdão
Um passear pelas colinas do coração
É um carro sem formação profissional
Uma academia isenta de diploma
Vida marital
É a experiência de uma autonomia
Sim, uma autonomia depende nte
É a mania de estar sempre acompanhado
Escondendo o desejo de estar isolado
Vida marital
É isso mesmo “um doce salgado
Escrito por: Edmundo da Costa Francisco
Novembro de 2007
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